domingo, 8 de julho de 2012

O Essencial

O Essencial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O essencial não será tanto o que reténs. É o que dás de ti mesmo e a maneira como
Não é tanto o que recebes.
É o que distribuis e como distribuis.
Não é tanto o que colhes.
É o que semeias e para que semeias.
Não é tanto o que esperas.
É o que realizas.
Não é tanto o que rogas.
É o que aceitas.
Não é tanto o que reclamas.
É o que suportas e como suportas.
Não é tanto o que falas.
É o que sentes e como sentes.
Não é tanto o que perguntas.
É o que aprendes e para que aprendes.
Não é tanto o que aconselhas.
É o que exemplificas.
Não é tanto o que ensinas.
É o que fazes e como fazes.
Em suma, na vida do espírito – a única vida verdadeira -, o essencial não é o que parece. O essencial será sempre aquilo que é.

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Fonte: Blog Espírita

Louvemos a Dor

Louvemos a Dor

 

 

 

 

 

 

 

 


O tempo é  um  calmante e um amigo, um remédio e uma bênção.
A existência  na  carne  é  simples passagem  por um túnel escuro.
E  a nossa  felicidade nasce, não dos anos que despendemos ao atravessar o mundo, mas sim dos bens  que dentro dele conseguimos improvisar.
Tudo  na carne é como vemos um dia.
Manhã cheia de  sol, crepúsculo de sombras e noite  cerrada ao nosso olhar.
Felizes daqueles que acendem  estrelas no  firmamento do próprio coração,
Para que  a jornada  se torne menos dolorosa, no nevoeiro noturno, que  precede  a  alvorada seguinte.
Perdoemos  a vida e as criaturas  pelas angústias que impuseram à nossa   sensibilidade.
As mãos feridas  são mais seguras  do que os braços habituados  a dominar.
As grandes torturas são grandes bênçãos.
Nomundo, o nosso sentimento de personalismo não nos permite essa  realidade.
Sem a luta, dormiríamos  na matéria densa, sem qualquer proveito.
Deus, porém, que  é  o nosso Pai  de Infinita Bondade, permite  que  a aflição os   acompanhe,  no mundo, na  condição  de abnegação instrutora  e, com o decurso do tempo,  a paz se  converte em nossa  companheira  para  todas  as  situações  e  problemas terrestres.
Estudemos e  trabalhemos  sempre mais.
Jamais nos arrependeremos  da obra que vamos levantando, no terreno do  nosso próprio coração.
Obra de Amor, Entendimento, Humildade  e Perdão.
A vida  responde ao nosso esforço na mesma intensidade donosso impulso, na  criação do bem.
Esperemos a passagem dos dias.
Trabalhemos na sementeira da nossa  Consoladora Doutrina, nas duas margens  da nossa  estrada para Jesus e guardemos a certeza de que não nos faltará o amparo do Senhor.
Chegaremos um dia à praia segura, depois da tempestade.
Não será, contudo, oporto enganoso  da vitória na terra, mas o refugio doce da  serenidade  e da compreensão, onde  o nosso  espírito  poderá  realmente  repousar  e preparar-se,  ante  o futuro que se desdobrará no amanhã.
As sementes  do Evangelho, caídas das nossas mãos, um dia serão árvores  robustas  e preciosas, proporcionando-nos  alegrias  que a nossa imaginação não poderá  avaliar, por  enquanto.

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Fonte: Blog Espírita

 

Espera Mais

Espera Mais

 

 

 

 

 

 

 

 


Pensa na dor dos que não esperaram…
Ás vezes, ruge  a tempestade  da  incompreensão no ambiente doméstico  e  experimentas o ímpeto de reagir  colericamente.
Entretanto,  Nada  Digas.
Espera um  Pouco Mais.
Apareceram  dissensões  entre os amigos que desarvoraram em lastimáveis  atitudes  e queres assumir uma  posição drástica  sob as impressões  do  momento.
No  entanto, não  te Perturbes.
Espera  um  pouco Mais.
Companheiros que  te  trouxeram notícias alarmantes, com relação ao  comportamento infeliz de irmãos determinados e, no  íntimo, te dispões à  censura apressada.
Não te Enerves, porém.
Espera  um pouco Mais.
Recebeste injúrias que te doem no sentimento e te inclinas  a promover a  própria defesa,de imediato.
Entretanto, não Desesperes.
Espera um pouco Mais.
Nunca Respondas  à  Violência  com  a Violência.
Em qualquer situação,  Acalma-te para fazer o melhor.
Muitos Delitos,  Calamidades, Desequilíbrios  e Tragédias caem na sucata do Sofrimento  e da Culpa, por longo tempo,
Simplesmente porque  as Vítimas da Precipitação não quiseram Esperar Mais...

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Fonte: Blog Espírita

Neste domingo vc que se acha enfermo não desanime

sábado, 7 de julho de 2012

Conquista Íntima - Emmanuel



"Como obter serenidade se somos impulsivos por vocação ou por hábito?..."

 


CONQUISTA ÍNTIMA
Emmanuel
(Psicografia de Francisco Cândido Xavier)

 

Todos os estados enfermiços da alma se assemelham, no fundo, aos estados enfermiços do corpo, solicitando remédio adequado que lhes patrocine a cura.

E a impaciência que tantas vezes gera rixas inúteis é um deles, pedindo o específico da calma que a desterre do mundo íntimo.

Como, porém, obter a serenidade, quando somos impulsivos por vocação ou por hábito?

Justo lembrar que assim como nos acomodamos, obedientes, para ouvir o professor trazido a ensinar-nos, é forçoso igualmente assentar a emotividade, na carteira do raciocínio, a fim de educá-la, educando-nos; e, aplicando os princípios de fraternidade e de amor que abraçamos, convidaremos os nossos próprios sentidos à necessária renovação.

Feito isso, perceberemos que todo instante de turvação ou desequilíbrio, é instrumento de teste para avaliação de nosso próprio aproveitamento.

Aprenderemos, por fim, que, diante da crítica, estamos convocados à demonstração de benevolência; diante da censura, é preciso exercer a bondade; à frente do pessimismo, somos induzidos a cultivar a esperança; ante a condenação, somos indicados à bênção; e que, renteando com quaisquer aparências do mal, é imperioso pensar no bem, dispondo-nos a servi-lo.

Entregando-nos com sinceridade a semelhantes exercícios de compreensão e tolerância, estaremos em aula profícua, para a aquisição de valores eternos no terreno do espírito.

É assim que, em matéria de paciência, se a paciência nos foge, urge reconhecer que, perante as circunstâncias mais constrangedoras da vida, estamos, todos nós, no justo momento de conquistá-la.

(Do livro "Rumo Certo", Emmanuel, Francisco C. Xavier)



Realização: Instituto André Luiz
 
 
 
 

Neste sábado não dê importância a idade

quarta-feira, 4 de julho de 2012

DESCANSAR (Emmanuel)



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"Muitos dizem que o próprio Jesus aconselhou o repouso e a oração, esquecendo-se de que o Senhor reconstituía as forças no retiro, a fim de tornar ao serviço e prosseguir trabalhando..."



D E S C A N S A R

Emmanuel
(Psicografia de Francisco Cândido Xavier)


"E ele disse-lhes: vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco;
porque havia muitos que iam e vinham e não tinham tempo para comer." ( Marcos, 6:31 )

Pressa e agitação caracterizam o ambiente das criaturas menos avisadas em todos os tempos.
Na época de Jesus, muita gente já ia e vinha aqui e acolá, sofrendo a pressão de exigências da ida material, acreditando não dispor de tempo para pensar.
Isso fez que o Mestre se dirigisse à multidão, exortando: "vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco".

Entretanto, assim como aparecem os que exageram as próprias necessidades, caindo em precipitação, temos os companheiros que se excedem no descanso, encontrando, a cada passo, motivos para a fuga do dever a cumprir. À vista de embaraços mínimos, declaram-se fatigados, desiludidos, deprimidos ou enfermos, e param a máquina do serviço que lhes compete, recolhendo-se à inércia, com o pretexto de meditação, refazimento, virtude ou prece.
 
Para isso, muitos dizem que o próprio Jesus aconselhou o repouso e a oração, esquecendo-se de que o Senhor reconstituía as forças no retiro, a fim de tornar ao serviço e prosseguir trabalhando...

Nesse sentido, convém recordar as palavras textuais do Evangelho. Jesus não afirmou: repousai quanto quiserdes, mas sim, repousai em pouco.

(Do livro "Palavras de Vida Eterna", Emmanuel, Francisco C. Xavier)



  Realização: Instituto André Luiz
 
 
 

Seja a paz do Mestre Jesus a se fazer presente nesta quarta feira

Pense Nisso - Mensagem


Pense Nisso - Mensagem



Se você considerasse as provações e as desvantagens do ofensor…
Se experimentasse na própria pele o processo obsessivo do companheiro caído em tentação…
Se você carregasse a sombra da ignorância, tanto quanto aquele que erra…
Se sofresse a dificuldade do amigo que lhe não pode atender aos desejos…
Se estivesse doente, qual a pessoa que procura ser agradável sem consegui-lo…
Se você fosse uma das criaturas, cuja segurança depende do seu bom humor…
Se conhecesse todas as necessidades de quem precisa da sua cooperação…
Se percebesse em si mesmo o esgotamento daquele que serviu até o extremo cansaço e agora já não lhe pode ser útil…
Se meditasse nas consequências de sua irritação ou de sua cólera…
Se você refletisse na caridade da paz e da alegria, em favor dos outros, que lhe capitalizará, cada vez mais, a própria felicidade,
certamente que você nunca perderia a paciência e saberia trazer no coração e nos lábios a boa palavra e o sorriso fraterno por bênçãos incessantes de Deus.

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